O perfume da rosa
A rosa nasce sem perfume
E o jardineiro solitário
Cuida de todas por igual
Sendo uma de origem
Adquire quase sem explicação
Um perfume muito raro
Há de ser rosa por tanto
Neste jardim que só rosas
Podem e devem nascer
Com jardineiro surdo e mudo
Que vende apenas o zelo
A cada dia que passa
Mais linda sem promessa
A natureza por capricho
Torna esta flor mais bela.
Manoel Freitas de Oliveira
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Em monta dos feitos
Em monta dos feitos
Em monta dos feitos
A presença mordaz
Causando suspiros
Com retorno a juvenilidade
A morenice de poucas
Suave e compridos cachos
A boca nublando os sentidos
O corpo nos ensaios
Idolatrado sem limite
Toda sintonia de vivência
Inclinando os fatos
Aos caprichos do acaso
Sorriso no encontro
Abraço esmagador
Com cheiro de saudade
Sem encontros de lua
Com manhã chegando
Olhos brilhantes
Com prova estar juntos
Com simplicidade
O querer na reserva
Da posse por total
Deste corpo no ensaio
Idolatrado sem limite
Toda sintonia de vivência
Inclinando os fatos
Aos caprichos do acaso
Sorriso no encontro
Abraço esmagador.
Manoel Freitas de Oliveira
Em monta dos feitos
A presença mordaz
Causando suspiros
Com retorno a juvenilidade
A morenice de poucas
Suave e compridos cachos
A boca nublando os sentidos
O corpo nos ensaios
Idolatrado sem limite
Toda sintonia de vivência
Inclinando os fatos
Aos caprichos do acaso
Sorriso no encontro
Abraço esmagador
Com cheiro de saudade
Sem encontros de lua
Com manhã chegando
Olhos brilhantes
Com prova estar juntos
Com simplicidade
O querer na reserva
Da posse por total
Deste corpo no ensaio
Idolatrado sem limite
Toda sintonia de vivência
Inclinando os fatos
Aos caprichos do acaso
Sorriso no encontro
Abraço esmagador.
Manoel Freitas de Oliveira
sábado, 29 de novembro de 2008
Nosso sonho...

O sonho, a droga maior do poeta
Em circunstância da fuga
Cada qual com sua válvula de escape
A realidade cobra com preço de ouro
Cada segundo de ausência
No retorno, uma frustração a mais
É impossivél pagar
O tempo contador fiél da vida
Anota todas as pendências
No momento mais vulnerável
A conta chega com todo rigor
Mais uma vez, o pai de todos os covardes
Abre o portal paralelo
Sonho e realidade na dança
O nada pede licença para entrar
Desperta o ciúme para a festa
O fugitivo maior se arma
Do que tem de recurso
As inocentes letras
manoel freitas de oliveira
Visitar o ontem
É perigoso visitar o ontem
Sem o aval do nada
Onde o risco é total
Cada segundo na estrada
Meia gota de ilusão
Visita a carcaça sem balança
Brilha calor no risco
Passos de gigante
Neste mundo pequeno demais
A corrente do “sim”
É muito pesada
Sufoca a nova história
Nua das promessas do ontem
Reina a covardia do “não”
Ao voar liberto total
Das cobranças sem troco
Talvez valer a pena
Voar pela ultima vez.
Manoel freitas de oliveira
Sem o aval do nada
Onde o risco é total
Cada segundo na estrada
Meia gota de ilusão
Visita a carcaça sem balança
Brilha calor no risco
Passos de gigante
Neste mundo pequeno demais
A corrente do “sim”
É muito pesada
Sufoca a nova história
Nua das promessas do ontem
Reina a covardia do “não”
Ao voar liberto total
Das cobranças sem troco
Talvez valer a pena
Voar pela ultima vez.
Manoel freitas de oliveira
O trem
Lentamente o trem vem chegando
Sem muito barulho que possa acordar
O tripulante da hora tão incerta.
O toque do sino parece muito distante
É preciso muito silêncio para ouví-lo
Uma poltrona com conforto aguarda
Cada qual com eterna serenidade
Com pouco ou muito medo... Pouco importa
Não há saída para ninguém, vamos viajar...
Aos que ficam uma forte lembrança
Que aos poucos vai enfraquecendo, enfraquecendo...
E aos poucos, uma suave saudade
Manoel freitas de oliveira
Sem muito barulho que possa acordar
O tripulante da hora tão incerta.
O toque do sino parece muito distante
É preciso muito silêncio para ouví-lo
Uma poltrona com conforto aguarda
Cada qual com eterna serenidade
Com pouco ou muito medo... Pouco importa
Não há saída para ninguém, vamos viajar...
Aos que ficam uma forte lembrança
Que aos poucos vai enfraquecendo, enfraquecendo...
E aos poucos, uma suave saudade
Manoel freitas de oliveira
O preço da saudade
Passa pela montanha
Que oculta o ontem
No estar só
Com deixas cobradas
A cada segundo
As histórias bagagem
Pesam na alvorada
Com rodeio de passáros
Fundo verde demais
Brisas frias
Que aquecem o real
Desta fuga de todos.
Manoel freitas de oliveira
Que oculta o ontem
No estar só
Com deixas cobradas
A cada segundo
As histórias bagagem
Pesam na alvorada
Com rodeio de passáros
Fundo verde demais
Brisas frias
Que aquecem o real
Desta fuga de todos.
Manoel freitas de oliveira
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
O pedido da rosa
Este pedir em ser única
Pode não ser bom a ti
Em um local escuro e solitário
Passará até o fim dos dias
Escondida do mundo
De tudo e todos
Aqui cuido de todas
Sem escolha de cor
Todas lindas e preciosas
Uma joía tem preço
A quem paga mais
A beleza escravizada
Ao admirador secreto
Ao bel prazer torna imortal
A arte sem vida inerte
Cercada de cuidados frios
Apenas pelo mercado particular
O valor abaixo dos valores
Que poderia valer tanto
Em sonhos tolos
É preciso sonhar em sonhos
Que ao acordar
A beleza da vida é sonhar.
Pode não ser bom a ti
Em um local escuro e solitário
Passará até o fim dos dias
Escondida do mundo
De tudo e todos
Aqui cuido de todas
Sem escolha de cor
Todas lindas e preciosas
Uma joía tem preço
A quem paga mais
A beleza escravizada
Ao admirador secreto
Ao bel prazer torna imortal
A arte sem vida inerte
Cercada de cuidados frios
Apenas pelo mercado particular
O valor abaixo dos valores
Que poderia valer tanto
Em sonhos tolos
É preciso sonhar em sonhos
Que ao acordar
A beleza da vida é sonhar.
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