Lentamente o trem vem chegando
Sem muito barulho que possa acordar
O tripulante da hora tão incerta.
O toque do sino parece muito distante
É preciso muito silêncio para ouví-lo
Uma poltrona com conforto aguarda
Cada qual com eterna serenidade
Com pouco ou muito medo... Pouco importa
Não há saída para ninguém, vamos viajar...
Aos que ficam uma forte lembrança
Que aos poucos vai enfraquecendo, enfraquecendo...
E aos poucos, uma suave saudade
Manoel freitas de oliveira
sábado, 29 de novembro de 2008
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